terça-feira, 16 de novembro de 2010

Como se fosse uma estrada sem destino, um disco sem som, ou um livro sem páginas. Tudo que permanece incompleto. Sabe aquele trecho de uma música que diz “bochecha sem Claudinho”? Então, resumindo é isso! É um vazio interminável... Tudo o que você diz e faz, parece não fazer sentido. Ou melhor, tudo que eu digo e faço! Será que sou invisível? Ou simplesmente não existo?  Passei a pensar assim desde que tudo aconteceu. Minhas noites atordoadas são resultado de um dia feliz cheio de sorrisos que na verdade escondem o que sinto. E assim vou seguindo, construindo uma estrada para lugar nenhum...

do livro: ---
por: Andrezza L. Mariano e Suiany S. de Oliveira

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